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  KIKO CONTINENTINO
 
 
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Pianista, arranjador e tecladista de rara sensibilidade, Kiko Continentino já tocou com grandes nomes da música popular brasileira. Djavan, Gilberto Gil, João Bosco e Caetano Veloso são apenas alguns deles. O artista, que acompanha Milton Nascimento desde 1998, já integrou diversas bandas e desenvolveu um belíssimo trabalho solo, que carrega a leveza do jazz junto à intensidade da música instrumental.

Iniciou sua carreira artística aos 15 anos, apresentando-se no Pianíssimo Studio Bar, em Belo Horizonte, onde nasceu. Três anos depois, mudou-se para Niterói, onde construiu toda a sua carreira artística. Em 1994, Kiko estreou nos grandes eventos, ao participar do Hollywood Rock, no Rio, com a cantora Fernanda Abreu. No mesmo ano, o artista trabalhou como músico e arranjador no Prêmio Sharp, que homenageou Gilberto Gil, junto aos mestres Jorge Benjor, Nana Caymmi, Dione Warwick, Elba Ramalho e Dominguinhos.

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Internacionalmente, Kiko esteve com Djavan em turnês pela Europa, apresentando-se em festivais de jazz, e participou da gravação de duas faixas do songbook do cantor, como produtor e instrumentista, atuando ao lado de Claudio Zolli e do grupo Be Happy.

Na TV e no cinema, participou da gravação do CD de Zé Ricardo, tendo produzido com esse artista uma música para o especial "Criança esperança", da TV Globo, em 1995. Em 1997, gravou o especial de Milton Nascimento, "A sede do peixe", produzido pela Conspiração Filmes para a HBO, que contou com a presença de convidados como Alaíde Costa, Gilberto Gil, Alcione e Zélia Duncan.

Ao longo de sua carreira, o arranjador acompanhou diversos outros artistas em shows e gravações. Emílio Santiago, Claudio Zolli, Pepeu Gomes, Edu Lobo, Chico Buarque, Os Cariocas, Vanda Sá, Roberto Menescal, MPB-4, Quarteto em Cy, Dalto, Paulinho Moska e Fito Paes foram alguns deles. Kiko atuou também em trabalhos instrumentais com Arthur Maia, Chico Batera, Robertinho Brandt, Cláudio Infante, Nivaldo Ornellas, Vitor Biglione, Raul Mascarenhas e Robertinho Silva.

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Desde o show "Tambores de Minas", em 1998, Kiko passou a fazer parte da banda de Milton Nascimento, tendo participado de todas as faixas do CD gravado ao vivo. Atuou com o artista na temporada do show "Crooner", em 1999, participou do disco que reuniu Gilberto Gil & Milton Nascimento, e também integrou a equipe da turnê nacional e mundial dos dois cantores.

Como produtor musical e arranjador, o músico trabalhou na gravação do CD "Nada Virtual", do cantor e compositor Bernardo Lobo, lançado em 2000. Kiko também teve duas composições suas gravadas por Simone Guimarães no CD "Virada pra lua": o bolero "Night Club", com letra da própria cantora, e "Imagem & Semelhança", em parceria com Bernardo Lobo e Milton Nascimento, que também cantou na faixa.

Em 2001, lançou pelo selo Niterói Discos, seu primeiro CD solo, "O Pulo do Gato, com produção musical e arranjos próprios, contando com a participação de seus irmãos, Jorge e Alberto Continentino, e de outros convidados, como Milton Nascimento, Carlos Balla, Chico Batera, Bebeto Castilho, Luiz Alves, Cacá Colón, Armando Marçal e Paulinho Guitarra.

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No ano seguinte, apresentou-se no Teatro Municipal de Niterói, em show de lançamento do disco, ao lado de Jorge Continentino (sopros), Gastão Villeroy (baixo), Cacá Colon (bateria) e Marco Lobo (percussão). O show contou com a participação especial de Milton Nascimento, Simone Guimarães e Arthur Maia.

Kiko ainda integra, juntamente com seus irmãos, o grupo Continentrio, com o qual lançou CD homônimo, em 2004. O grupo toca composições e arranjos dos três, com uma concepção arrojada e experimental. A banda vem se apresentando em vários espaços por todo o país, tendo inclusive recebido o prêmio Pró-música de melhor grupo instrumental mineiro no ano 2000.

Além disso, ao lado de Luiz Alves (baixo) e Clauton Sales (bateria e trumpete), o artista faz parte o Sambajazz Trio, com o qual lançou, em 2006, o CD "Agora sim!", contendo suas composições "Maracalaxo" e "Sabor antigo", além de releituras de "Deus brasileiro" (Marcos e Paulo Sérgio Valle), "Canção do sal" (Milton Nascimento), "O morro não tem vez" (Tom Jobim e Vinicius de Moraes), "Sweet Georgia Brown" e "Trenzinho do caipira" (Villa-Lobos), entre outras. O Trio é formado por Luiz Alves, um dos mais ativos contrabaixistas brasileiros, e o baterista e trompetista Clauton Sales. Em 2014, o artista participou, ao lado de Sérgio Chiavazzoli, Marcelo Martins e Marcos Nimrichter, do projeto Palco Niterói Discos, que apresenta, no Solar do Jambeiro, artistas que gravaram pelo selo da Prefeitura de Niterói.


Depoimentos
    "Conheci o Kiko e tocamos juntos pela primeira vez em 1995, num show em que dividimos o palco com Bernardo Lobo. Seus irmãos Jorge e Alberto também participaram deste show. Foi um presente pra mim e eu não queria parar mais. O Kiko foi um dos que se sobressaíram. Ótimo gosto pra tudo, desde cortinas (som de cordas), como arranjos e solos de piano incríveis.

    Alguns anos se passaram e formei uma banda nova, convidando o Kiko para participar. "Tambores de Minas” foi realmente onde conheci o rapaz. Encarregado dos solos de piano, ele fez coisas que eu tinha que esquecer o resto do show e ficar olhando pra ele. Parecia que tinha feito um curso com algum ET. O desenvolvimento, os caminhos, do jeito que sempre gostei e parecia que ele conhecia minha vida inteira, pois era impressionante como conduzia a coisa. Fizemos esse show por dois anos.

    Mais tarde, veio o "Crooner” e aí fomos nos entrosando cada vez mais e ele, inclusive, colocando uma notinha pra "perturbar o ouvido” do nosso maestro Wagner Tiso e me deixando totalmente maluco com tal nota. Como se fosse possível, "obriguei” o Kiko a tocar a tal nota. Acho que já falamos bastante do instrumentista.

    Ainda no "Crooner” tive que por no repertório a música "Corazón Partió” e mais algumas instrumentais. Aí apareceu o arranjador. O rapaz surpreendeu a todos (mesmo a mim que conheço a pessoa e o caminho). Fabulosos arranjos. E também se encarregou, junto com Túlio Mourão, das "canjas” que vinham a todos os shows. Fico feliz pelo músico e também por uma bela amizade, que a cada dia aumenta e é a tônica de nossas vidas e das pessoas que trabalham comigo, senão não rendo.” (Milton Nascimento, em março de 2000)

    "Conheci Kiko Continentino em Belo Horizonte, na época com quinze anos. Tocava e comandava a música no Pianíssimo (bar do seu pai) como gente grande. Agora, já gente grande, ele me parece cada vez mais com aquele moleque tocando e compondo genialmente. Me lembro disso e concluo que esse cara, com quinze anos, já era um gigante. Sou seu fã.” (Arthur Maia, em março de 2002)










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