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  GUSTAVO DE ALMEIDA RIBEIRO “BLACK ALIEN”
 
 
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O rapper Gustavo de Almeida Ribeiro, também conhecido pelo nome artístico Black Alien, nasceu em Niterói, no ano de 1972. Em 1995, compôs músicas para o “Planet Hemp”, banda idealizada por Marcelo D2 e Skunk, e que também contava com Zé Gonzales, Ganja Man, Rafael e Formigão. O grupo de rap e rock vinha de uma crise decorrente da morte de Skunk, em 1994, que quase levou ao término da banda.

Em 1995, B Negão passou a integrar o “Planet Hemp”, que logo assinou um contrato com a gravadora Sony, lançando o CD “Usuário”. O álbum, com algumas composições de Black Alien, chegou a ganhar Disco de Ouro.

Em 1997, a banda lança seu segundo CD, “Os Cães Ladram Mas a Caravana Não Para”, que garantiu ao “Planet Hemp” um Disco de Platina. Logo após o lançamento de seu segundo álbum, Black Alien assume os vocais, no lugar de B Negão. “A Invasão do Sagaz Homem Fumaça”, de 2000, foi o terceiro álbum do grupo.

Paralelo ao trabalho com o Planet, Black Alien iniciou, em 1994, uma parceria com o rapper carioca Speed Freaks, que chegou a durar décadas. Em 2001, Black Alien anunciou sua saída do Planet Hemp, para se dedicar a seus ritmos preferidos, como hip hop e reggae. Passou a integrar simultaneamente três grupos: o “Reggae B”, criado por Bi Ribeiro, do Paralamas do Sucesso; o “Hip Hop Rio”, movimento criado por Marcelo D2; e fez dupla com Speed Freaks, em “Speed & Black Alien”.

Com este último parceiro e a participação de Digão, vocalista dos “Raimundos”, compôs a música “Punk and Bass”, que integra a trilha sonora do filme “Surf Adventures”, de 2002. No mesmo ano, Speed lançou o primeiro disco solo, “Expresso”, contando com a participação de Black Alien, rendendo-lhe boas críticas na revista Istoé Gente.

crítica
“[...] Black Alien é quem faz mais bonito na última e melhor [música] do disco, a apocalíptica O Mundo Vai Acabar. [...] Speed e seu fiel escudeiro fazem um duelo de versos para deixar qualquer cowboy de boca aberta e queixo caído. [...] A faixa está entre as melhores do rap nacional: a letra é boa, a base melhor ainda e os vocais simplesmente arrebentam”. RAMIRO ZWETSCH, REVISTA ISTOÉ GENTE – 14 de janeiro de 2002.






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