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Historiador do DDP-FAN lança "Os bispos católicos e a ditadura militar brasileira"


A Fundação de Arte de Niterói tem o prazer de convidar para o lançamento do livro "Os bispos católicos e a ditadura militar brasileira: a visão da espionagem (1971-1980)", de Paulo César Gomes Bezerra, historiador do Departamento de Documentação e Pesquisa (DDP-FAN). O evento será realizado na próxima quinta-feira, 5 de setembro, às 18h, no Espaço da Editora Multifoco, na Avenida Mem de Sá, 126, Lapa.

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O lançamento do livro repercutiu no jornal espanhol "El Pais": ¿Apoyó la Iglesia de Brasil el golpe militar de 1964?

Retirado do do Blog do Ancelmo Góis:

    Chega às livrarias, pela Editora Multifoco, o livro "Os bispos católicos e a ditadura militar brasileira: a visão da espionagem", baseado na tese de mestrado na UFRJ do historiador Paulo César Gomes Bezerra, que mostra como a repressão vigiava os bispos católicos que faziam oposição ao regime.

    O livro mostra o apoio da Igreja aos militares em 1964. Afinal, em tempos de Guerra Fria, eles tinham um inimigo comum: o comunismo ateu. "Em maio de 1964", diz o historiador, "um manifesto assinado por 26 bispos da CNBB em linhas gerais agradecia aos militares por ‘salvarem’ o país do perigo iminente do comunismo".

    Aliás, no dia do golpe, Dom Paulo Evaristo Arns, que terminou sendo um dos heróis da resistência contra a ditadura, deslocou-se de Petrópolis, RJ, onde morava, para abençoar a chegada das tropas golpistas do general Mourão Filho.

    As relações dos militares com a Igreja azedaram depois do AI-5, de 1968, com o endurecimento do regime. "Ainda assim", diz Paulo César, "em maio de 1970 um texto da CNBB, em que a Igreja denunciava torturas nos porões do regime, também criticava ações de violência que podiam ser atribuídas à esquerda".

    Quatro meses depois, em setembro de 1970, Igreja e Estado trocaram de mal para valer com a detenção por quatro horas de dom Aloísio Lorscheider, secretário-geral da CNBB.

    — Por um instante, a hierarquia da Igreja uniu-se contra o Estado. Até o Papa Paulo VI deu apoio ao bispo — lembra o historiador.

    Mesmo depois do, digamos, rompimento, ainda havia bispos que, isoladamente, davam apoio aos milicos.

    O SNI registrou, em setembro de 1980, que o então arcebispo de Aracaju, dom Luciano Cabral Duarte, denunciou ao núncio apostólico, dom Carmine Rocco, a participação de Dom Hélder em ato, em Sergipe, no qual "teria pregado a união de estudantes e camponeses para a derrubada da ditadura".

    República Comunista do Nordeste

    Aliás, Dom Hélder chegou a ser acusado pelo SNI de ajudar a "eclodir um movimento separatista que teria como ponto de partida a região Norte-Nordeste".

    Ah bom!



Publicado em 29/08/2013


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Tags Paulo César Gomes Bezerra,


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