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À direita, Thereza Brunnet com Desirée Monjardim, diretora e curadora da Sala José Cândido de Carvalho. Clique para ampliar
Pintora, nasceu no Rio de Janeiro, em 1928. Realizou seus estudos orientada por Ivan Serpa e Abelardo Zaluar. No Rio de Janeiro, realizou exposições individuais na Galeria Celina, 1972; Galeria de Artes Industriais Casabella, 1973; Eucatexpo, 1976 e na Galeria Sérgio Milliet, da Fundação Nacional de Arte-FUNARTE, 1978.

Em Niterói, na Le Chat Galerie,1972/1973 e no Museu do Ingá, 1978; em Friburgo - RJ, no Centro de Cultura, 1975; no Projeto Arco-Íris, da FUNARTE, nos estados do Maranhão e Piauí, 1978; e “Trabalhos Geométricos e Naifes” no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno - Niterói, 2003.

Das inúmeras mostras coletivas que integrou, destacam-se as do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 1970/1971/1972/1975; Galeria do Campo - Niterói, 1972; Salão de Artes Visuais do Rio Grande do Sul, 1973; Sallome Gallery, New Orleans - EUA, 1973; XII Bienal de São Paulo, 1973; Salão Fluminense de Belas Artes - Niterói, 1973; Hotel Quitandinha, Petrópolis - RJ, 1974; Museu da Imagem e do Som - RJ, 1977; Salão da Casa da Bahia, 1977; I Bienal Ibero Americana de Pintura - México, 1977; I e II Salão Nacional - RJ, 1977/1978.

Integrou, ainda, as mostras "Ângulos de uma Cidade", no Centro Cultural Conselheiro Paschoal Cittadino, 2000, e "Niterói Arte Hoje", no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, 2002. Recebeu menção especial na I Mostra de Artes Visuais do Rio de Janeiro, 1973; prêmio de aquisição na Bienal Nacional Brasil Plástica - SP, 1974; isenção de júri no Salão Nacional de Arte Moderna - RJ, 1976.

Foi premiada no Espaço Cultural Cons. Paschoal Cittadino - Ângulos de Uma Cidade) - Niterói, 2000; no Museu de Arte Contemporânea - Niterói Arte Hoje, 2002 e no 3º Salão Luna de Artes Plásticas, 2003. Sua obra esteve presente nos cenários de telenovelas da Rede Globo de Televisão como "Água Viva", "Chega Mais" e "Malu Mulher" e integra o acervo do Museu Antonio Parreiras, bem como coleções particulares como a de Estela Prestes, em Niterói.

Aos 81 anos, Thereza Brunnet voltou a expor sua pintura geométrica, após oito anos de ausência em "Releitura de Uma Existência" na Sala José Cândido de Carvalho. Na exposição, Thereza mostrou trabalhos feitos com canetas esferográficas de duas cores privilegiando os tons de azul, em suportes variados como o eucatex e o acrílico. O fio condutor da trajetória de Thereza Brunnet pôde ser buscado pelo espectador nesta exposição; uma síntese que une diferentes momentos da artista que começou a pintar no início da década de 70, na liberdade ilimitada que a arte traz em si, em revelar, de maneira cifrada e sutil.



    Crítica

    "A unidade formal, o manejo hábil das relações lineares, a permutação intensa e variada das possibilidades gráficas e, como resultado, o despojamento absoluto de qualquer noção denotativa, constituem a estrutura primária da obra de Thereza Brunnet. Interpretadas de modo muito pessoal, as questões propostas por seis décadas de geometrismo na arte ocidental têm presença vigorosa nos trabalhos desta pintora." CARLOS ROBERTO MACIEL LEVY, 1974

    "[...] Sua cantante equação visual é um objeto brilhante que baila e flutua diante do espectador, atribuindo-lhe o papel de jogador experiente num relacionamento puro e elementar. Elementar enquanto esquema; profundo e complexo enquanto experiência de reflexão." WALMIR AYALA, 1975

    "[...] O importante para ela é criar um movimento que se expanda do centro para fora em perfeita coesão rítmica. Embora o núcleo seja o átomo, aquele que produz a energia e o movimento, nenhum trabalho tem periferia, no sentido de que sua força se gasta antes de atingir as extremidades. Os quadros de Thereza Brunnet apresentam uma unidade intrínseca e uniforme. São perfeitamente sincronizados e irradiantes, obras acabadas em si mesmas, com início e fim dentro de suas próprias fronteiras." FRANCISCO BITTENCOURT, 1979

    "(...) Suas pinturas recentes esquecem o compromisso de ruptura com a representação, e trazem a tona um universo encantado e esotérico, que acompanha a artista desde a sua juventude, e que é libertado de seu imaginário ganhando uma existência mágica através da pintura". Kátia de Marco ABCA - AICA







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