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  DESIRÉE MONJARDIM
 
 
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Gravadora e pintora, Desirée Monjardim Lait nasceu a 10 de abril de 1948, em Niterói. Autodidata, aperfeiçoou-se nas técnicas de xilogravura e entalhe no final da década de 1960. Desde 1984, vem freqüentando a Oficina de Gravura do Ingá, Niterói, dedicando-se ao desenvolvimento da gravura em metal, sob a orientação de Anna Letycia Quadros, Isis Braga e Rossini Perez.

A partir de 1970, exibe sua obra em exposições coletivas e individuais, em diversas cidades do país e também do exterior. Dentre as individuais, destacam-se as realizadas na Galeria Cavilha - RJ, 1970; na Galeria Artespaço - RJ, 1989; na Galeria SESC-Niterói, 1989 e na Galeria da Aliança Francesa de Niterói, 1996.

Entre as inúmeras exposições coletivas e salões de arte que Desirée Monjardim tomou parte distinguem-se as mostras realizadas na Câmara Municipal de Niterói, 1982; na Casa de Cultura Laura Alvim - RJ; Ingá 87, no Espaço Petrobrás; na Fundação Armando Álvares Penteado - SP, 1987; Projeto Maria Julieta Drummond de Andrade - RJ; no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno - Niterói, 1988; Semana da Cultura Brasileira, São José da Costa Rica, 1989; Verso e Reverso do Rio, Galpão das Artes do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 1991 e 48 Contemporâneos, Galeria de Arte Universidade Federal Fluminense/Museu do Ingá, 1996.

Sua obra foi premiada no IX Salão Carioca de Arte, com o 1º. Prêmio de Gravura, 1985; no II Salão de Inverno da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com o 1º. Prêmio de Gravura, 1990 e no I Salão Nacional de Gravura, SESC, com Menção Honrosa, 1996. A obra de Desirée Monjardim está representada nos seguintes acervos: Museu Dom João VI da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro; Museu de Arte Costa Riquense, São José da Costa Rica; Primeiro Museu de Arte Latina da Europa, Universidade de Essex, Inglaterra; Exposição Itinerante da Associação de Mulheres Uruguaias Lourdes Pinto e Coleção RioArte.

Encontra-se, ainda, citada, no Dicionário Brasileiro de Artistas Plásticos, coordenado por Walmir Ayala e publicado pelo Instituto Nacional do Livro, 1977.

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    Crítica

    "Gravadora em madeira no começo de sua carreira, Desirée vem a quatro anos trabalhando na técnica do metal. Constante, perseverante, obsessiva mesmo, desenvolve seus trabalhos dentro de uma linha construtiva. Caminho pouco explorado na gravura. Com o resultado de chapadas compactas - usando uma técnica (a água-tinta) posta a serviço da gravura para variações tonais, ao gravar e regravar inúmeras vezes, reduz a superfície ao seu grau zero. Um caminho aberto para muitas experiências, muitas proposições, muitas ideias, de estruturas visuais mínimas. Nesta sua primeira exposição individual mostra gravuras de grande nível técnico." ANNA LETYCIA - 1989

    "Ao vermos as gravuras de Desirée, o que mais nos intriga é a pergunta que automaticamente fazemos. 'Que técnica é esta?'. É uma gravura em metal de leitura extremamente bem realizada, mas, podemos falar de uma vocação pictórica dentro da melhor tradição da pintura geométrica rigorosamente 'bem feita'. Uma policromia econômica, são curvas e retas que se organizam no espaço resultando uma visualidade extremamente simples. Desejamos a Desirée que venha a expandir sua pesquisa a outros meios de expressão, tais como pintura, serigrafia, técnicas que tão facilmente receberão Desirée." HAROLDO BARROSO - 1989

    "[...] É o belo, comovente, pungente, absorvente e corajoso caminho que tem sido palmilhado por Desirée Monjardim: tem uma visão, digamos euclidiana, do mundo, digamos geométrico-elementar das coisas, digamos simples (o impossível de lograr) com a busca do puro em cada coisa, do racional em cada suporte, mesmo que irrepetível e irrepetitivo, de eliminação do fractal, do arbítrio, do quase-caos, mas pura, serenamente, a nos encaminhar na iniciação de que tudo que vem da busca humana pode ser belo e humanizador, se fruto da verdade, com sonho, com pertinácia, com amor. Digo, neste sentido, que cada objeto de Desirée é puro." ANTONIO HOUAISS - 1994

    "Considero Desirée Monjardim uma artista plástica de grande sensibilidade. Sua intuição a leva a conseguir efeitos insuspeitados das formas mais simples e despojadas. A arte minimalista é uma das mais difíceis e austeras formas de expressão, e na minha visão leiga, Desirée consegue dela alguns dos melhores efeitos que conheço." ROSE MARIE MURARO, 1996 "

    [...] Essa obra de Desirée [A tripa] tem uma carga de coragem, e de sacrifício também, muito notória, na medida em que uma artista sai do seu espaço convencional de trabalho, que seria o próprio museu, a própria galeria ou o próprio ateliê, sai para a rua, o espaço urbano, se revelando, se expondo inteiramente até as suas vísceras. esse sacrifício faz a gente pensar em como o ser humano, e como a própria sociedade, o homem dentro de sua história da civilização, cresce e rompe as barreiras e rompe sua própria estagnação..." MAURÍCIO BENTES - 1997






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