Escritora e tradutora, Ana Beatriz Manier nasceu em Niterói, vindo a residir na cidade de Pelotas (RS) e, posteriormente, na serra fluminense, dividindo sua vida profissional entre as cidades de Nova Friburgo e Rio de Janeiro. É formada em Administração de Empresas (Universidade Cândido Mendes - 1994), cursou Letras com especialização em Tradução e Língua Inglesa na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2002) e realizou Graduação (2012) e Pós-Graduação (2014) em Letras - Português/Literaturas de Língua Portuguesa na Universidade Estácio de Sá.

Trabalha desde 2001 como tradutora literária para editoras cariocas, desde 2011 como escritora e desde 2014 como docente de Língua Portuguesa nos cursos técnicos da Universidade Estácio de Sá. Como escritora, publicou o livro infantil “Astrobeijo” (2012), pela Editora Cubzac, obra que foi adotada por várias escolas do Ensino Fundamental e que participou do Encontro do Livro Juvenil na Disal, em Recipe (PE), e da Feira de Frankfurt, em 2013. Em 2017, começou um trabalho de biografias de marcas e produtos, com o livro “Ó, o Globo! A História de um Biscoito”, lançado pela Editora Valentina; no mesmo ano, pela Editora Ulisses, escreveu o também infantil “Não Fosse Um Repolho”.

Além disso, contribuiu com contos e crônicas em blogs e revistas eletrônicas, como “Autores S/A”, “Portal Cronocópios” e “Revista Samizdat”, e participou das antologias “Poesia.com” (Ed. Multifoco) e “Contos Mínimos” (Ed. Penalux). Entre seus trabalhos como tradutora, estão traduções de autores como Robin Pilcher, Nora Roberts, Mary Rourke e Dee Shulman, entre outros.

Crítica
“How many generations of locals have grown up loving that snack? For many, including me, it’s impossible to go to the beach and not have the cookie. It’s so crunchy and light”, said Ana Beatriz Manier, who is writing a book about the story of the Globo cracker, which dates back to 1955. She plans to include the Olympic kerfuffle. “To hear someone speaking badly of a product that is part of the childhood of every Rio resident, of that beautiful scenery that makes us proud, it causes outrage.”

"Quantas gerações de cidadãos locais cresceram amando esta iguaria? Para muitos, inclusive eu, é impossível ir à praia e não comprar este biscoito. É tão crocante e leve" diz Ana Beatriz Manier, que está escrevendo um livro sobre a história do Biscoito Glovo, que teve origem no ano de 1955. Ela planeja incluir a "polêmica" ocorrida durante as Olimpíadas. "Ouvir alguém falando mal do produto que é parte da infância de todo residente do Rio, ou do lindo cenário que nos deixa orgulhosos, causa ultraje". (Tradução não-oficial).

(Adriana Gomes - USA Today - 19 de ago de 2016).






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Museu Antônio Parreiras