O Grupo Café Brasil é um típico regional de Choro e Samba composto por Paulinho Bandolim (bandolim/violinha-tenor), Léo Fernandes (violão de 7 cordas), Felipe Reis (violão de 6 cordas), Phelipe Ornellas (cavaquinho) e Diogo Barreto (pandeiro). Além de seu trabalho de choro, Café Brasil faz shows com cantores convidados apresentando Sambas de diversos compositores consagrados.

Buscando valorizar a essência do Choro, o Café Brasil realiza um trabalho conjunto na concepção dos arranjos, inspirados pelos antigos regionais, principalmente o conjunto Época de Ouro, maior referência para o grupo. O nome do grupo inclusive é uma citação aos dois últimos discos lançados pelo Época de Ouro, Café Brasil 1 e 2.

Criado em agosto de 2007, o grupo já se apresentou em eventos como “Mostra Mulher 2007” e “Choro na Rua”, no Espaço Rio Carioca (Casas Casadas), no SESC-São Gonçalo e em casas noturnas da Lapa como Rio Scenarium, Sacadura, Sacrilégio, Mangue Seco e Santo Scenarium. Em janeiro de 2008, fez, no Teatro da UFF, um show inteiramente dedicado ao grande mestre Jacob do Bandolim. O espetáculo, intitulado “Tributo a Jacob do Bandolim”, contou com as participações ilustres de Ronaldo do Bandolim (conjunto Época de Ouro), Tiago Souza e Dudu da Flauta.

O grupo foi ainda convidado a participar do Festival de Inverno SESC Rio e apresentou-se nas cidades de Nova Friburgo e Teresópolis. Também fez parte do projeto Choro na Praça, uma iniciativa do SESC Barra Mansa com a Prefeitura do Município, além de ter participado como convidado especial do Programa Época de Ouro na Rádio Nacional, comandado pelo tradicional Conjunto Época de Ouro.

Em 2013, o grupo lança seu primeiro disco, "Em Terra de Araribóia", totalmente dedicado a Niterói, já que todas as músicas são de compositores ligados à cidade. Com a direção musical de Ronaldo do Bandolim, e participações especiais de Silvério Pontes, Alexandre Maionese, Netinho Albuquerque, além do próprio Ronaldo, o disco conta com composições de Carlinhos Leite, Jonas do Cavaquinho, Márcio Hulk, Rogério Souza, Silvério Pontes, e também de Paulinho Bandolim, Léo Fernandes e Felipe Reis.






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Museu Antônio Parreiras