Maurício Moço é cantor (barítono), ator, e também dedica-se ao ensino e à pesquisa.

Começou a estudar piano aos 4 anos de idade e violino aos 11. Como violinista, participou da Orquestra de Câmara de Niterói, Orquestra Sinfônica Jovem do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Orquestra Latino-Americana de Jeunesses Musicales, no Uruguai, Orquestra Mundial de Jeunesses Musicales, na Polônia, como spalla dos segundos violinos, e Orquestra Petrobrás Sinfônica. Fez curso de violino e música de câmara no Campus Musical em Torroella de Montgrí, na Espanha.

É Mestre em canto pela Escola de Música da U.F.R.J.

Fez curso de aperfeiçoamento na UNIRIO. Estudou em Nova Iorque por períodos de dois e três meses, nos anos de 1997, 1998, 1999, 2001, 2005, 2006 e 2008. Dá aulas particulares de canto em seu estúdio, o MAMOVOPS (Maurício Moço Voice Performance Studio).

Como cantor, foi solista na montagem do filme “Intolerance”, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, sob regência de Gillian Anderson.

Com a Orquestra Sinfônica da Universidade Federal Fluminense foi solista do Oratório de Natal de Saint-Säens e do Réquiem de Mozart . Participou da Nona Sinfonia de Beethoven e do “Grande Concerto Lírico” como solista convidado da Orquestra Sinfônica de Natal – RN.

Foi regente e preparador vocal do Coral Spiritus, que acompanhou o cantor Edson Cordeiro nas temporadas do Teatro João Caetano e Canecão; Prêmio Profissionais do Ano da Rede Globo, no Hotel Rio Palace; Convenção da Brahma, no Hotel Copacabana Palace; e Prêmio Rio Sul de Moda, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Também atuou como cantor nestes espetáculos.

Dirigiu cenas da ópera “La Bohème” para a novela “Salsa e Merengue”, realizada pela Rede Globo em 1996.

É diretor e preparador vocal do grupo N.O.M. (Núcleo de Óperas e Musicais), que se apresentou no Teatro Municipal de Niterói, no Espaço Cultural do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, bem como em abertura de eventos dentro e fora da cidade do Rio de Janeiro.

Sua formação teatral deu-se na CAL e no Tablado.

Fez Jazz e Ballet clássico. Atuou, profissionalmente, como bailarino, no evento de comemoração do bicentenário da Revolução Francesa (Vive la France), no ballet “Floresta Amazônica”, no Teatro Amazonas (Manaus), ambos com a Associação de Ballet do Rio de Janeiro. Dançou na Aliança Francesa e no Teatro João Caetano balé coreografado por Henrique Rodovalho, diretor e coreógrafo do grupo QUASAR, de Goiânia. Participou do espetáculo “Em Tempo Sem Tempo” ao lado de nomes como Ana Botafogo, Cecília Kerche, Áurea Hamerli e Nora Esteves. Integrou, também, o elenco do espetáculo “Não Dá Pra Fugir Disso” junto a bailarinos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, sob direção de Miguel Falabella.

Participou de alguns musicais no Rio e em São Paulo, tais como:
- “Gigi”, de Allan J. Lerner e Frederick Loewe, no papel de Gaston Lachaille, com “The Players”, da Comunidade Inglesa;
- musical “Splish Splash”, no Teatro Ginástico, sob a direção de Wolf Maia;
- musical "Viva Elvis", em 1996, no canecão, sob a direção de Cininha de Paula e Flávio Marinho.
- musical “O Beijo da Mulher Aranha”, em 2000 e 2001, no papel de “Gabriel”, sob direção de Wolf Maia, em São Paulo.
- musical “A Gaiola das Loucas”, no papel do político Edouard Dindon, de março a novembro de 2010, sob direção de Miguel Falabella e Cininha de Paula.
Como artista convidado da série “Compasso Clássico” do Paço Imperial, interpretou, com o pianista Marcelo Verzoni, o ciclo de canções “Winterreise”, de Schubert, em julho de 2003.
Foi preparador vocal dos homens que integraram o elenco da microssérie da Rede Globo “Hoje é dia de Maria , 2ª Jornada”, em 2005. Em outubro deste mesmo ano participou do projeto “Sala de Música”, acompanhado pelo pianista Samuel Kardos, residente nos E.U.A. Em dezembro participou como solista da obra de Johann Christoph Bach, “The Childhood of Christ”, com coro e orquestra da Associação de Cultura Musical, da British Comunity.
Em junho de 2006 fez seu Début Internacional na Ópera Hänsel e Gretel, de Humperdinck, no papel do Pai, em Illinois, E.U.A.
Cantou em Paris, no Espace Saint-Sauveur, em setembro de 2009, a convite da Artame Gallery.
Em março de 2013 participou do “Festival FrançAH”, cantando árias de óperas francesas acompanhado pela pianista Priscila Bomfim.
Palestrante convidado pelo departamento de canto da Escola de Música da U.F.R.J. para a “I Semana da Voz Cantada”, em novembro de 2014, onde o tema abordado foi “O uso saudável do Belting”. No ano seguinte, deu masterclass para os alunos da universidade.







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Museu Antônio Parreiras